FACEBOOK CONTINUA LÍDER EM LISTA DE REDES SOCIAIS MAIS VISITADAS NO BRASIL

Facebook continua líder em lista de redes sociais mais visitadas no Brasil

Levantamento da Hitwise mostra que site teve 68,77% de participação.
YouTube e Ask.fm seguem em 2º e 3º lugar; Orkut cai para a 5ª posição.

Com 68,77% do total de visitas, o Facebook manteve em julho a sua posição de rede social mais acessada no Brasil, segundo dados da Hitwise divulgados nesta terça-feira (27). O Facebook é líder no levantamento da ferramenta de inteligência em marketing digital da Serasa Experian desde janeiro de 2012.

Em segundo lugar aparece o YouTube, com 17,99% das visitas, seguido pelo site de perguntas Ask.fm, com 1,96% da participação total. O Twitter ficou com a quarta posição (1,83%) e o Orkut com a quinta (1,54%).
Ex-líder de audiência em território brasileiro, a rede social do Google caiu mais um degrau em julho. Até maio deste ano, o Orkut ainda tinha a terceira maior parcela de visitas no Brasil, de acordo com a Hitwise, mas foi desbancado pelo Ask.fm em junho e pelo Twitter neste mês.
Em julho, o tempo médio de visitas ao Facebook foi de 28 minutos e 17 segundos, enquanto no YouTube os usuários gastaram aproximadamente 22 minutos e 59 segundos de navegação, segundo a Hitwise. Já o Ask.fm teve visitas com duração média de 20 minutos e 26 segundos.

Facebook continua liderando ranking de preferência dos brasileiros

A rede social de Zuckerberg, registrou 68,7% das visitas, número quase quatro vezes superior ao do segundo colocado

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Foto: Divulgação

Facebook é o queridinho dos brasileiros
Mais uma vez, o Facebook manteve o primeiro lugar na preferência dos brasileiros. A rede social lidera ranking de redes sociais mais visitadas pelos internautas brasileiros.
De acordo com números divulgados, nesta terça-feira, 27, pelo site Hitwise, a rede social de Zuckerberg, registrou 68,7% das visitas, número quase quatro vezes superior ao do segundo colocado o YouTube, o segundo colocado na lista dos mais acessados.
Atrás do Facebook 
No mês de julho, o site de youtube acumulou 17,9% das visitas. O Twitter ficou em terceiro, registrando 1,8% e, por mais incrível que pareça o Orkut, é a quarta rede preferida pelos brasileiros, marcando 1,5%.
Desde a última pesquisa o Orkut caiu uma posição, e luta para permanecer vivo nos acessos tupiniquins.
Tempo de navegação
Quando o assunto é o tempo de navegação o Facebook também é líder. 28 minutos e 17 segundos é o tempo médio que os usuários da rede social passam conectados a ela.
Neste quesito, a diferença entre os competidores é bem menor. Os visitantes do YouTube passaram 22 minutos e 59 segundos conectados ao site, enquanto os que estiveram no Ask.gm ficaram por lá por 20 minutos e 26 segundos.

Redação O POVO Online 

Facebook: como publicar GIFs animados

Aqueles que sentiam falta desse recurso tão famoso no Orkut não podem deixar de conferir este tutorial
Por Fernando Daquino em 29 de Agosto de 2013
Facebook: como publicar GIFs animados
Uma das características mais “polêmicas” do Orkutera a sua capacidade de compartilhar GIFs animados. Enquanto algumas pessoas odiavam ver a sua página de recados repleta de imagens que se movimentavam, outros adoravam a possibilidade de tornar a rede social, digamos, mais dinâmica e descontraída.
O produto da Google, embora ainda não tenha morrido completamente, está em desuso por boa parte dos internautas brasileiros (de longe o grupo mais fanático por essa rede social). Contudo, isso não significa que velhos hábitos não deixem saudades.
Como você deve saber, o Facebook — o queridinho do momento, e que parece ter uma vida bastante longa pela frente — não suporta o compartilhamento nativo desse tipo de conteúdo. Porém, ao melhor estilo “jeitinho brasileiro”, por meio do site Giphy há uma maneira de contornar essa barreira. Prepare-se para aprender como postar GIFs animados na rede social criada por Mark Zuckerberg.
Atenção! Nós não nos responsabilizamos por qualquer dano ao seu perfil caso esse artigo se popularize e todos os seus contatos no Facebook comecem a postar imagens cheias de luzes, cenas ou spoilers de filmes e seriados ou conteúdos duvidosos. Para o bem de todos, use essa habilidaderecém-adquirida com parcimônia!

Dando movimento ao Facebook

O processo de publicação de um GIF no Facebook é bastante simples e, se você já souber que tipo de imagem animada está procurando, não deve ocupar mais do que alguns segundos do seu tempo.

Passo 1

Facebook: como publicar GIFs animadosAmpliar
A primeira coisa a ser feita é acessar o Giphy. Essa base de dados repleta de figuras animadas possui diversas categorias para facilitar a sua pesquisa por um tema específico ou até mesmo por algum tipo de ação — como risadas, piscadelas, choros e as mais variadas expressões (incluindo dúvida, raiva, aceitação e negação).
Além dos menus no topo da interface do site que você pode usar para navegar por esses segmentos, é possível usar o campo de pesquisa para buscar os GIFs relacionados com um determinado termo.

Passo 2

Facebook: como publicar GIFs animadosAmpliar
Encontrou o que procurava? Então, basta dar um clique na imagem desejada para ser redirecionado à página de publicação dela. Nessa tela, logo abaixo da figura animada, você encontra uma linha chamada “Share GIF”. Aqui, estão os serviços de compartilhamento suportados pelo Giphy. Pressione o botão referente ao Facebook.

Passo 3

Facebook: como publicar GIFs animados
Feito isso, é exibido o tradicional popup do Facebook referente a publicações advindas de outros sites. Nele, você visualizará a imagem (ainda estática) e poderá, se quiser, acrescentar algum texto à publicação. Para enviar o GIF à sua linha do tempo, pressione o botão “Compartilhar link”.

Passo 4

Facebook: como publicar GIFs animadosAmpliar
Pronto! A imagem animada já foi postada no seu perfil. Eis que se revela o grande segredo do Giphy: tanto você como os seus amigos na rede social enxergam a publicação como se o conteúdo veiculado se tratasse de um vídeo. Basta clicar na figura (que é sobreposta pelo símbolo de play dos players convencionais) e curtir o GIF animado.

Google é condenado a indenizar professora da Serra em R$ 10 mil

Professora de ensino fundamental considerou que foi ofendida e difamada em rede social de propriedade da empresa
Livia Francez

31/08/2013 18:07 – Atualizado em 05/09/2013 16:53

A empresa Google Brasil Internet Ltda foi condenada a indenizar uma professora de ensino fundamental do município da Serra em R$ 10 mil por danos morais, pela recusa em ter retirado da rede social Orkut, de sua propriedade, conteúdo considerado pela vítima ofensivo e difamatório.
A professora ajuizou ação em setembro de 2012 e não houve acordo em audiências de conciliação. A sentença condenatória foi prolatada pelo juízo da 3ª Vara da Fazenda Pública de Vitória em 16 de julho deste ano, mas a empresa entrou com agravo de instrumento que não foi conhecido pela 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado (TJES).
Em decisão monocrática, o desembargador Aníbal de Rezende Lima entendeu ser atribuída à ré, neste caso a empresa Google Brasil Internet, a responsabilidade pela publicação em rede social que ela própria disponibiliza. A empresa alegou que a responsabilidade seria do usuário criador da comunidade.
Enquanto o Google se pautou na impossibilidade técnica de fiscalização do conteúdo publicado na ferramenta Orkut, a professora alegou que pediu à empresa para interromper as agressões com seu nome e não foi atendida. A sentença de primeiro grau salienta que a empresa limitou-se a explicações técnicas, não se atendo ao fato atribuído a ela, que foi a omissão na retirada do conteúdo.
O magistrado que prolatou a sentença admitiu a impossibilidade de o Google prevenir a publicidade ou o conteúdo contido nas redes de relacionamento, sob pena de censura prévia, mas, no caso analisado, a sentença afirma que “responde a demandada pela omissão consciente em manter o conteúdo difamatório veiculado em desfavor da autora, mesmo após a devida comunicação pela via administrativa”.
Além da indenização de R$ 10 mil, a empresa também foi condenada a arcar com os honorários advocatícios no valor de 15% da causa.

Brasil é o país onde o uso do Facebook mais cresce

No total, são quase 65 milhões de usuários no País

Brasil tem quase 30 milhões de usuários Foto: AFP
Brasil tem quase 30 milhões de usuários

Foto: AFP

As redes sociais entraram de forma descontrolada na rotina das pessoas. Comunidades virtuais como Facebook ganham cada vez mais adeptos no mundo inteiro. Dados da consultoria Social Bakers de 2012 apontam que o Brasil foi o país onde mais cresceu o número de usuários do Facebook. A rede criada em fevereiro de 2004 ganha ainda mais destaque a partir da popularização de dispositivos móveis – smartphones ou tablets.
Dados preliminares da mesma consultoria para 2013 apontam outro cenário. De acordo com as estatísticas, os Estados Unidos ocupariam o primeiro lugar no ranking mundial de países com maior número de usuários, seguido pela Índia, Brasil, Indonésia e México.
Rede criada em fevereiro de 2004 ganha ainda mais destaque a partir da popularização de dispositivos móveis – smartphones ou tablets Foto: Reprodução
Rede criada em fevereiro de 2004 ganha ainda mais destaque a partir da popularização de dispositivos móveis – smartphones ou tablets

Foto: Reprodução

Essas novas redes superam distâncias físicas e facilitam a comunicação. Mas ainda não é consenso se elas aproximam ou afastam as pessoas. O Facebook foi um sistema criado pelo norte-americano Mark Zuckerberg enquanto era aluno de Harvard. A ideia era focar em alunos que estavam saindo do ensino médio e aqueles que estavam entrando na universidade. A história foi registrada no filme A Rede Social.
1º Brasil
Com 29.723.760 novos usuários em 2012, o Brasil é o campeão no ranking mundial de países onde o Facebook mais cresceu no ano passado. No total, são quase 65 milhões de usuários no país. O Orkut foi a porta de entrada para as redes sociais no Brasil. Segundo dados da pesquisa Many to Many, do Ibope Mídia, para 82% daqueles que acessam as redes, o Orkut foi a primeira delas. O estudo mostra que o acesso às redes sociais foi incorporado à rotina da maioria. Ainda segundo a pesquisa, o principal motivo de acesso às redes é trocar mensagens com amigos.
2º Índia
Com 21.311.260 novos usuários em 2012, a Índia aparece em segundo lugar. Ao todo, são 62.713.680 usuários no país. O crescimento das redes sociais na Índia é alvo de diferentes estudos. A Índia aparece como um ator importante no ambiente político e econômico global, está entre as economias de crescimento mais rápido do mundo. Outro fator pode explicar o aumento de usuários nas redes sociais: a potência asiáticada é o segundo maior em população.
3º Japão
Com 10.929.640 novos usuários no ano passado, o Japão aparece em terceiro lugar. São mais de 17 milhões de usuários do Facebook no país. O assunto rende também dissertação de mestrado: a socióloga Katiani Tatie Shishito, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp, mostrou que as redes sociais contribuem para que imigrantes brasileiros descendentes de japoneses permaneçam no Japão. O estudo mostrou que as redes sociais são formadas por brasileiros que, em geral, residem na região central do país.
4º Indonésia
O total de 9.714.260 novos membros em 2012 fez o país aparecer em quarto lugar. Mais de 51 milhões de pessoas têm conta no Facebook na Indonésia. A expectativa é que o número de pessoas com acesso à internet nos cinco principais países emergentes do mundo – Brasil, Rússia, China, Índia e Indonésia – dobre até 2015. A informação aparece em um estudo da consultoria Boston Consulting Group (BCG). Segundo a BCG, estes cinco países contam com 610 milhões de internautas, número que deve chegar a 1,2 bilhão até 2015, com taxas de crescimento anuais que vão de 9% a 20 %.
5º México
Com 9.241.360 novos usuários em 2012, o México é o quinto país da lista. São mais de 40 milhões de adeptos ao Facebook no país latino-americano. O acesso à internet está acima da média mundial na América Latina. No México, segundo dados da Asociación Mexicana de Internet (Amipci), existem 28 milhões de usuários de internet e 60% estão inscritos em algum tipo de rede social.

Eles não curtem mais o Facebook

Há sinais de fadiga entre os usuários da maior rede social do planeta. Alguns até já escolheram alternativas: Instagram, WhatsApp e Tumblr

Rafael Sbarai
Nathalia PetrecheNathalia Petreche, 18 anos: deixou o Facebook para investir seu tempo no Instagram e WhatsApp (Anna Carolina Negri)

O Facebook surpreendeu o mundo recentemente ao reconhecer que os adolescentes andam um tanto cansados de dedicar horas e horas à rede de 1 bilhão de amigos. À novidade, deve-se somar outra informação: a fatiga não é exclusividade desse público. Medições independentes mostram um ligeiro afastamento também entre a rede e adultos, que tanto eliminam seus perfis quanto reduzem as visitas ao site. Segundo o site SocialBakers, que acompanha o tráfego na rede social, os Estados Unidos acumulam perda de 2,9 milhões de usuários nos últimos três meses, emagrecimento de 1,8% no total de 163 milhões de cadastrados no país. O mesmo fenômeno já foi registrado na Grã-Bretanha, França, Alemanha e Canadá, os chamados mercados “maduros”, onde a rede pode ter atingido seu público máximo. Será que a paixão pela rede arrefeceu?

No caso dos jovens, a hipótese mais provável, levantada pelo próprio Facebook, é de migração. Munidos de smartphones e tablets, esse público visceralmente ligado à ferramentas virtuais estaria explorando outras fronteiras, recorrendo inclusive a produtos que originalmente não foram concebidos como rede social. É o caso do serviço de imagens Instagram e do Tumblr, híbrido de rede social e plataforma de blogs. Dados da empresa de pesquisa de mercado comScore, reforçam essa ideia: eles revelam que quatro em cada dez pessoas que acessaram os dois serviços em janeiro tinham entre 15 e 24 anos de idade (no Facebook a participação dessa faixa etária cai para 27%). É o que costuma acontecer: o público jovem experimenta os produtos mais novos e aponta tendências. É também um indício da migração.

 

“Tenho dois novos vícios: postar imagens no Instagram e conversar com familiares, amigos do cursinho e do colégio no WhatsApp.”

Julia Baldini, de 18 anos, estudante

Outro indício vem da experiência relatada pelo empreendedor americano Adam Ludwin, um dos investidores do Vine, aplicativo de vídeo do Twitter. Recentemente, ele lançou o Albumatic, serviço social em formato de álbum. Antes de divulgar o produto ao público em geral, ele convidou vinte pessoas para testar a ferramenta. Todas tinham menos de 20 anos. A grande maioria rejeitou o serviço porque ele oferece autenticação a partir do cadastro no Facebook. “Aqueles jovens explicaram que não queriam compartilhar a informação do acesso ao novo produto com seus contatos do Facebook. Tive de criar uma opção tradicional de login e senha”, diz Ludwin ao site de VEJA. O que os “testadores” não queriam avisar ao mundo é que havia um novo serviço na praça. É, em resumo, o contrário da missão à qual o Facebook se propõe: contar a todos o que cada um está fazendo. “Ser diferente dos outros é uma necessidade comum e antiga do jovem. Ao perceber que todos estão no Facebook, ele busca por novos espaços digitais”, diz Raquel Recuero, professora e pesquisadora de redes sociais da Universidade Católica de Pelotas.

Usuários dão ainda outras explicações. “O excesso de propaganda e a lentidão do aplicativo para smartphone (que usa o sistema operacional Android) prejudicam minha relação com a rede”, diz a estudante Julia Baldini, de 18 anos. A mobilidade tem sido de fato um desafio para o Facebook. Há pouco mais de um ano, percebeu-se que os usuários migravam rapidamente para smartphones, e a empresa parece ter demorado um pouco para preparar seus aplicativos para o uso constante nos aparelhinhos (a receita com publicidade da empresa chegou até a desacelerar). Mark Zuckerberg, criador e CEO do Facebook, colocou então a mobilidade como prioridade da plataforma. Prova disso é que o novo feed de notícias da rede, apresentado ao mundo nesta quinta-feira, foi desenvolvido a partir de características dos celulares, como a dimensão exígua da tela — o que resultou num visual mais enxuto.

Nesse ínterim, usuários insatisfeitos como Julia seguiram o caminho de seus pares: dirigiram suas atenções para Instagram e WhatsApp, ferramenta de mensagens instantâneas com mais de 100 milhões de cadastrados que permite envio de textos, fotos e vídeos. “Quero dividir minha vida com um círculo menor de pessoas”, diz Julia. Nathalia Petreche, também estudante de 18 anos, segue o fluxo. “Tenho meu perfil no Facebook há quatro anos, mas uso o WhatsApp principalmente para conversar com grupos restritos de amigos e família. É mais prático.”

Acesso de jovens nas redes sociais Facebook, Tumblr e Instagram

O movimento, é claro, não acontece sem conhecimento do Facebook. Em dezembro, a empresa lançou o Poke, aplicativo que parece extraído de um desenho animado. Entre outros recursos, ele permite que o remetente determine o prazo de validade das mensagens que envia: instantes depois de acessada pelo destinatário, o texto se esvai. O serviço é uma reprodução fiel do Snapchat, que faz muito sucesso no exterior: estima-se que mais de 60 milhões de mensagens são enviadas diariamente por meio dele. Outro indicador de que o Facebook está de olho na migração é que, recentemente, a rede social tentou arrematar o WhatsApp. Sem sucesso, por ora.

 

“Nas primeiras semanas depois de excluir meu perfil no Facebook, percebi o quão alto era meu nível de dependência da rede. Aos poucos, senti que, sem a conta, nada mudou na minha vida.”

Guilherme Valadares, de 28 anos, empresário

Entre o público de não jovens, a migração não é a principal aposta quando se buscam razões para o afastasmento do Facebook. Pesquisa recente do Pew Research Center revelou que 61% dos adultos americanos têm voluntariamente “dado um tempo” na rede por sete dias ou mais. Eles alegam que o uso contínuo do serviço provoca ou intensifica a ansiedade, os expõe a quantidades excessivas de informação e abre brechas para problemas relativos à privacidade. “São muitos convites para jogos, eventos e correntes. Tive até desentendimentos com amigos e familiares”, diz o analista de suporte técnico porto-riquenho Enrique Vélez, de 33 anos. Para outro queixoso, o auxiliar administrativo Geovane Matos, de 27 anos, o problema é mesmo a superexposição. “A rede se tornou uma praça pública digital de exibição.” Seguindo exemplo de usuários mais jovens, ele migrou, mas para Google+. O empresário Guilherme Valladares, de 28 anos, tomou a decisão radical: excluiu seu perfil da rede. “Eu perdia muito tempo acessando meu feed de notícias. Aos poucos percebi que não tinha razão alguma para fazer aquilo. O Facebook havia se tornado uma fonte de ansiedade. Apenas isso”, diz.

Crises de ansiedade à parte, o analista de tecnologia americano Eric Jackson defende uma tese para explicar o momento por que passa o Facebook. “A rede nem completou dez anos de vida, mas já está velha”, diz, em entrevista ao site de VEJA. É uma ideia inusitada, para dizer o mínimo. Na rede de 1 bilhão de amigos, diariamente são publicadas 350 milhões de imagens e 2 bilhões de posts — e também são realizadas 3,2 bilhões de “curtidas”. Os brasileiros, por exemplo, investem no serviço um de cada quatro minutos gastos na internet. Pesa a favor da ideia de Jackson, contudo, a constatação de que, nos meios digitais, gostos e tecnologias mudam de forma muito rápida. Foi assim, por exemplo, que o próprio Facebook destronou o MySpace, que já reinou entre as redes sociais. “O grupo de usuários predominante no Facebook atualmente, aqueles com mais de 25 anos, não dita mais tendências. É hora de a empresa tirar lições do uso que os jovens fazem do Instagram, comprado pelo Facebook no ano passado por 1 bilhão de dólares.”

(Com reportagem de James Della Valle)

A origem: comparar garotas da universidade (2003)

Em outubro de 2003, quatro estudantes (Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz, Chris Hughes e o brasileiro Eduardo Saverin) da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, desenvolvem uma rede dedicada à quase pueril tarefa de comparar garotas da faculdade, escolhendo as mais atraentes. O Facemash é um sucesso: em quatro horas, atrai 450 visitas e exibe fotos das estudantes 22.000 vezes. A empreitada incentiva Zuckerberg a criar o Thefacebook.com.

WhatsApp para Facebook é golpe

Solicitação de aplicativo do serviço WhatsApp é novo golpe do Facebook. Foto: Getty ImagesSolicitação de aplicativo do serviço WhatsApp é novo golpe do Facebook
Foto: Getty Images

O Facebook bloqueou uma aplicação falsa camuflada de app do serviço de troca de mensagens móveis WhatsApp, informa o site ABC.es.

Segundo o ABC, o WhatsApp não possui uma versão oficial para o Facebook, apenas uma fanpage no site de relacionamentos. No golpe, o app falso acessa os dados básicos dos usuários contaminados e envia convites para seus amigos. O caminho na URL, no entanto, não está relacionado ao Facebook ou ao WhatsApp.

Após alertas de internautas, o Facebook teria bloqueado a aplicação e a URL enviada. Não foi informado o número de perfis afetados pelo golpe.

Lançado no ano passado, o WhatsApp permite a usuários de smartphones trocar mensagens de texto, fotos e vídeos entre si. O serviço foi encarado com o Skype do SMS pelo Financial Times. Em abril desse ano, o volume de dados no WhatsApp foi de 2 bilhões de mensagens.

Após matar ex, rapaz escreve no Facebook ‘Algumas coisas precisam ser feitas na vida’

Para o TechTudo

Thomas Dalton, 19, foi acusado de esfaquear a ex-namorada Samantha Laney, também de 19, até a morte com uma faca de cozinha após esperar 45 minutos diante da casa dela em Staffs, no Reino Unido. Logo após o assassinato, Dalton atualizou sua página no Facebook, dizendo: “Algumas coisas precisam ser feitas na vida.” Laney sangrou até a morte depois da faca ter perfurado o pulmão e atingido uma artéria.

samantha (Foto: samantha)Samantha e Steven Laney (Foto: Reprodução)

O jovem também é acusado de tentar matar Steven Laney, pai de Samantha, durante o ataque dentro da casa da família em fevereiro deste ano. Horas antes de morrer, Samantha Laney havia ligado para a polícia para pedir ajuda após sofrer uma série de ameaças. Os policiais se recusaram a escoltar a moça até a casa de Dalton para buscar seus pertences, alegando que estavam muito ocupados.

thomas (Foto: thomas)Thomas Dalton (Foto: Reprodução)

O júri ouviu testemunhas que disseram terem visto um homem com as características de Dalton próximo ao endereço de Samantha por volta das 16h40, 45 minutos antes dela chegar em casa.

De acordo com as investigações, Dalton fugiu, mas foi preso próximo de sua casa em Kidsgrove. Para o promotor Philip Bennetts, a conta do acusado no Facebook confirma que o jovem tinha intenção de matar a ex-namorada.

Dalton nega o assassinato de Samantha e a tentativa de matar o pai dela. O julgamento continua por tempo indeterminado.

V

Usuários não aprovam meme racista e Facebook tira página do ar

Um movimento de usuários do Facebook fez com que administradores da rede social retirassem a página “Aboriginal Memes” (“Memes Aborígenes”), acusada de criar e divulgar memes xenófobos contra aborígenes australianos.

Um dos memes preconceituosos criticados pelos usuários do Facebook (Foto: Reprodução)Um dos memes preconceituosos criticados pelos
usuários do Facebook (Foto: Reprodução)

A conta foi tirada do ar pelo Facebook na última semana. As motivações dos usuários dizem respeito ao teor das “brincadeiras” contidas na página racista, realizadas de maneira depreciativa em relação ao grupo indígena australiano. Nesses memes, os aborígenes eram tratados como cidadãos de classe supostamente inferior e colocados em situações ridicularizantes.

Fora da órbita do Facebook

Prevendo o intervalo que levaria para membros da administração do Facebook começarem a ter noção sobre a gravidade da acusação, possivelmente diluída dentre as demais realizadas diariamente no site, um grupo mobilizou-se e levou a denúncia ao Change.org, domínio especializado em questões jurídicas, no qual uma petição online teve início. Na página da requisição, é possível ver comentários sobre o caso, um exemplo do tipo de meme que era veiculado na “Memes Aborígenes”, seções para cadastro no site e votação contra a página racista no Facebook.

Usuários do Facebook  não curtem a página Memes Aborígenes (Foto: Reprodução)Usuários do Facebook não curtem a página ‘Memes Aborígenes’ (Foto: Reprodução)

Réplica do Facebook

Coincidentemente ou não, a resposta do Facebook para o assunto veio em seguida, acompanhada da declaração de políticas contra incitação de ódio nas páginas da rede social.

“O Facebook não permite discurso de ódio. Enquanto nós encorajamos você a desafiar idéias, instituições, eventos e práticas, é uma grave violação atacar uma pessoa com base em sua raça, etnia, nacionalidade, religião, sexo, orientação sexual, deficiência ou condição médica”, segundo a norma do site.

A página “Memes Aborígenes” está fora do ar e no lugar tem o link, utilizado anteriormente para indexá-la, redirecionando o usuário para a “Home” do Facebook. Enquanto a conta estava ativada, ela havia recebido mais de 4.000 status de “Curtir” e possuía grande fluxo de conteúdo de teor questionável.

“Twitter e Facebook acabam com segredos”, diz historiador

“Twitter e Facebook acabam com segredos”, diz historiador
EXAME.com
… difundida por narcisistas ávidos pelos holofotes digitais. Ganhou
rapidamente desafetos, foi tachado de apocalíptico e ficou conhecido como
o “anticristo da web”. Três anos depois, Keen volta à carga em novo
livro. Seu alvo: Facebook, Twitter …
<http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/twitter-e-facebook-estao-acabando-com-os-segredos-pessoa>
Veja todos os artigos sobre este tópico:
<http://news.google.com.br/news/story?ncl=http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/twitter-e-facebook-estao-acabando-com-os-segredos-pessoa&hl=pt-BR&geo=br>

Médico é acusado de assédio sexual por meio de jogo no Facebook
Globo.com
O médico e diretor sênior de uma comunidade sobre saúde mental, Peter
King, pode perder sua licença por conta de acusações de assédio sexual
a enfermeiras em Swindon, na Inglaterra. Além de bombardear uma empregada
com mensagens de texto e …
<http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/08/medico-e-acusado-de-assedio-sexual-por-meio-de-jogo-no-facebook.html>
Veja todos os artigos sobre este tópico:
<http://news.google.com.br/news/story?ncl=http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/08/medico-e-acusado-de-assedio-sexual-por-meio-de-jogo-no-facebook.html&hl=pt-BR&geo=br>

Campanha do Facebook quer conquistar doadores de órgãos
Alagoas 24 Horas
Doadores de carteirinha, três jovens pernambucanos, todos com menos de 30
anos, usam uma ferramenta recém-lançada pelo Facebook para expressar
publicamente a vontade. Embora não sirva como documento legal, visto que a
decisão ainda passa …
<http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=130748>
Veja todos os artigos sobre este tópico:
<http://news.google.com.br/news/story?ncl=http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/%3FvCod%3D130748&hl=pt-BR&geo=br>

A qualquer loja que vá, Facebook pode denunciá-lo
Agência Financeira
O Facebook vai dando conta do que fazem os nossos amigos e por onde andam.
Mas porque eles querem que nós estejamos a par. Não tarda, sempre que
entrarmos numa loja, o Facebook pode denunciar-nos automaticamente. A
Redpepper desenvolveu …
<http://www.agenciafinanceira.iol.pt/media-e-tecnologia/facebook-facedeals-redes-sociais-consumo-internet-ultimas-noticias/1368440-2974.html>
Veja todos os artigos sobre este tópico:
<http://news.google.com.br/news/story?ncl=http://www.agenciafinanceira.iol.pt/media-e-tecnologia/facebook-facedeals-redes-sociais-consumo-internet-ultimas-noticias/1368440-2974.html&hl=pt-BR&geo=br>

Britânicos preferem ser mais bonitos no Facebook do que inteligentes
CenárioMT – O cenário da notícia em Mato Grosso
A maioria dos britânicos se preocupam mais em sair bonitos na foto em
redes sociais, como o Facebook, do que parecer inteligente, aponta estudo.
Em pesquisa, 56% dos britânicos procuram deixar a melhor impressão
possível em suas páginas do …
<http://www.cenariomt.com.br/noticia.asp?cod=225309&codDep=8>
Veja todos os artigos sobre este tópico:
<http://news.google.com.br/news/story?ncl=http://www.cenariomt.com.br/noticia.asp%3Fcod%3D225309%26codDep%3D8&hl=pt-BR&geo=br>

EUA: redes sociais, um novo e rentável termômetro nas eleições
Terra Brasil
As menções e seguidores do Twitter, os “curti” do Facebook ou os números
de buscas no Google se transformaram em outro parâmetro, e ao contrário
das pesquisas, estes acontecem em tempo real. O presidente Barack Obama,
pioneiro em 2008 no uso da …
<http://noticias.terra.com.br/mundo/eua/eleicoes/2012/noticias/0,,OI6088054-EI19126,00-EUA+redes+sociais+um+novo+e+rentavel+termometro+nas+eleicoes.html>
Veja todos os artigos sobre este tópico:
<http://news.google.com.br/news/story?ncl=http://noticias.terra.com.br/mundo/eua/eleicoes/2012/noticias/0,,OI6088054-EI19126,00-EUA%2Bredes%2Bsociais%2Bum%2Bnovo%2Be%2Brentavel%2Btermometro%2Bnas%2Beleicoes.html&hl=pt-BR&geo=br>

Drago contraria Louçã e diz que há outros modelos para dirigir o BE
Público.pt
Na sua missiva aos militantes publicada sexta-feira à noite no Facebook,
em que revela que não tenciona recandidatar-se à liderança, Francisco
Louça defendeu que a sua sucessão deverá ser bicéfala, protagonizada
por um homem e uma mulher.
<http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/drago-contraria-louca-e-diz-que-ha-outros-modelos-para-dirigir-o-be-1559603>
Veja todos os artigos sobre este tópico:
<http://news.google.com.br/news/story?ncl=http://www.publico.pt/Pol%25C3%25ADtica/drago-contraria-louca-e-diz-que-ha-outros-modelos-para-dirigir-o-be-1559603&hl=pt-BR&geo=br>

Facebook já é o segundo maior site de vídeos nos Estados Unidos

Thiago Barros

Para o TechTudo

De acordo com pesquisa da empresa comScore, o Facebook já ultrapassou o Yahoo e se tornou a segunda maior página de compartilhamento de vídeos da Internet nos Estados Unidos. Segundo o estudo, mais de 184 milhões de usuários assistiram a 36,9 bilhões de filmagens online pela rede social. Só o YouTube, que é uma página dedicada exclusivamente a vídeos, fica na frente.

Interface dos vídeos no Facebook (Foto: Reprodução/Facebook)
Interface dos vídeos no Facebook (Foto:
Reprodução/Facebook)

O site do Google teve incríveis 157 milhões de visualizações únicas registradas em julho, mais do que a soma dos três principais concorrentes. O Facebook, com 53 milhões, o Yahoo com 49 e a Vevo com 45. A Microsoft completa o Top 5 com 43 bilhões. O mais curioso deste ranking, sem dúvida, é a grande ascensão da rede social em comparação aos seus concorrentes.

Afinal, não parece muito possível destronar o YouTube no ramo de vídeos, porém o Facebook conseguiu ultrapassar o portal de mídia Yahoo e a famoso Vevo, que nessa semana anunciou sua chegada ao Brasil, uma das mais bem sucedidas páginas dedicada somente a vídeos do mundo, para as quais vinha perdendo no número de visualizações e compartilhamentos de gravações desde maio. Portanto, este segundo lugar no ranking de julho é considerado um grande feito para Mark Zuckerberg e companhia.

No que diz respeito a ganhar dinheiro com anúncios em vídeos, o Google também lidera, com 1,5 bilhões de anúncios durante o mês de julho. O Hulu vem atrás, com 1,2 bilhões e o Adap.tv tem 1,1 bilhões. Esta é a prova de que o mercado dos vídeos na web não para de crescer. A própria comScore explica que mais de 85% dos internautas americanos viram pelo menos um vídeo online no mês de julho. E a tendência é que este número só aumente.

Facebook trabalha num projeto secreto: Sub-Zero

Quase secreto, pois neste artigo você fica sabendo do que se trata.


17/08/2012 às 15h52

Um dos mais marcantes personagens de Mortal Kombat (faz pouco tempo que percebi que escrevia com “K”, mas tudo bem) dá nome a um novo e interessante projeto quase secreto que o Facebook decidiu começar. Mais do que isso, dá nome a um edifício inteiro dedicado a uma nova tecnologia que a rede social vem preparando. A companhia liderada por Mark Zuckerberg quer inventar um jeito novo de fazer backup dos arquivos dos usuários.

Para tanto, recorrem a um edifício de 30 mil metros quadrados na cidade de Prineville, no estado do Oregon. Um datacenter já existe ali. Agora estão produzindo um mini-datacenter localizado imediatamente ao lado, com 6,2 mil metros quadrados.

Sub-Zero (de Mortal Kombat)

Pois bem, a ideia do Facebook com o Sub-Zero é criar um novo dispositivo para backups de emergência. Considere que bilhões de interações acontecem diariamente na rede social. Caso necessário, conseguiriam rapidamente recuperar certos arquivos a partir de um datacenter em que os servidores de baixo consumo são religados rapidamente. A Wired.com, primeira a noticiar essa história, diz que a equipe de engenharia do Facebook quer criar um disco rígido que seja desligado completamente quando não está em uso.

Um rack de servidores do Facebook utiliza em média 4,5 kilowatts. No Sub-Zero o consumo deve cair para algo em torno de 1,5 kilowatt. Redução para um terço – importante para uma empresa do tamanho da rede social, em que cada detalhe ganha escala rapidamente. Os engenheiros têm de seis a nove meses para chegar a uma versão final do servidor. Claro, ainda precisam fazê-la funcionar com a atual infraestrutura de rede.

O datacenter Sub-Zero deve receber os arquivos de backup que normalmente vão para fitas magnéticas. O Google revelou no ano passado que ainda recorre às tais fitas, por mais que nos pareçam uma tecnologia ultrapassada. Outros gigantes da internet também mantêm backups de segurança nesse tipo de armazenamento.

O Facebook não usa fitas porque esse processo custa muito caro. Em vez disso, mantêm uma cópia de cada arquivo para quando o servidor engasga, e outra que não permanece imediatamente legível para eventuais catástrofes. Sub-Zero deve ajudar no segundo nível de redundância, garantindo armazenamento barato dos arquivos para o caso de necessidade.

Atual datacenter do Facebook em Prineville (foto: reprodução / Wired.com)Atual datacenter do Facebook em Prineville

Economizar sempre foi lema do Facebook. Não por acaso, decidiram instalar um datacenter na Suécia que fica estrategicamente numa cidade em que, por oito meses do ano, não há necessidade de resfriamento adicional. A natureza já faz sua parte e ajuda a diminuir a conta.

Facebook perde metade de seu valor em bolsa 3 meses após sua estreia

Nova York, 17 ago (EFE).- A rede social Facebook voltou a viver nesta sexta-feira um dia difícil em bolsa, quando suas ações caíram 4,13%, fechando a US$ 19,05 por ação, praticamente a metade do preço de US$ 38 fixado em sua acidentada estreia em Wall Street há somente três meses. As ações da maior rede social do mundo atingiram nesta sexta-feira um novo mínimo histórico de US$ 19 cada uma e seu valor de mercado se situa agora em US$ 40,8 bilhões, muito longe dos mais de US$ 100 bilhões com os quais estreou no dia 18 de maio. A queda acontece um dia depois do baque de 6,23% já vivido na quinta-feira, quando a empresa foi golpeada pelo lançamento no mercado de outros 270 milhões de seus títulos, depois que o prazo de restrição de venda a uma parte de seus investidores expirou. O Facebook, que lançou 421,2 milhões de ações em sua estreia em bolsa, ainda terá que enfrentar mais pressão nos mercados, já que ao longo dos próximos nove meses poderiam chegar a ser oferecidos outros 1,8 bilhão de seus títulos à medida que continuam expirando os prazos de restrição. “Simplesmente não há alívio no horizonte para os acionistas do Facebook, já que muitos dos primeiros investidores, incluindo aqueles que tinham participações desde 2005 e que estiveram esperando pacientemente durante anos esta oportunidade de poder vender, não vão perder a oportunidade de fazê-lo”, disse em comunicado o fundador da empresa de análise PrivCo, Sam Hamadeh. O desabamento de valor registrado pelos títulos da rede social que conecta mais de 900 milhões de pessoas no mundo todo foi “doloroso” para seus investidores, reconheceu o próprio executivo-chefe e fundador da empresa, Mark Zuckerberg, conforme publicado por “The Wall Street Journal”. A estreia da rede social foi um dos mais esperados na história recente de Wall Street, mas os problemas técnicos de seu primeiro dia de cotações no mercado Nasdaq e as dúvidas sobre seu negócio devido à migração para celulares já provocaram a perda de metade de seu valor em bolsa. EFE tme/ma

 

Professora publica fotos seminua no Facebook e choca pais de alunos

Uma professora de escola primária, no Reino Unido, chocou os pais de seus alunos após publicar, em seu perfil no Facebook, fotos em que aparece de topless ao lado do marido. Segundo os pais, as crianças, que têm em média oito anos e são contatos da docente na rede social, tiveram acesso às imagens impróprias.

Professora publica fotos seminua no FacebookProfessora publica fotos seminua no Facebook (Foto: Reprodução)

Inconformada com a atitude da professora, a mãe de um dos alunos, que se identificou apenas como Jane, questionou o comportamento da educadora.

“Ela tem alunos como amigos no Facebook. Não me parece correto que crianças de oito anos vejam aqueles conteúdos. Quem esperaria que um professor fosse ousado ao ponto de tirar essas fotos e depois publicá-las online”, indagou a mãe.

Além de compartilhar o conteúdo inapropriado no Facebook, a professora, natural de Singapura, ainda publicou na rede, em um inglês gramaticalmente incorreto, críticas negativas aos pais de seus alunos. De acordo com ela, alguns deles a incomodaram fora do horário escolar para tirar dúvidas sobre os estudantes.

“Alguns pais pensam que os professores devem estar disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana”, desabafou na rede social.

Sobre as queixas a respeito da conduta de alguns pais, Jane argumentou: “Eu gostaria de saber como uma pessoa com esse comportamento, que usa um inglês com vários erros gramaticais, pode ensinar nossa futura geração?”

Facebook para empresas: aprenda a melhorar sua participação na maior rede social

Facebook para empresas: aprenda a melhorar sua participação na maior rede social

O Facebook é nitidamente a rede social que está em maior evidência atualmente. Hoje encontramos nele executivos, jovens universitários, homens, mulheres e até um nicho específico de pessoas com mais idade. Criar e manter uma presença da sua empresa no Facebook se tornou tão essencial quanto ter um website. Aliás, muitas empresas já estão até complementando seu website com as postagens do Facebook, por ser uma ferramenta sem custos e que pode ser atualizado mais rapidamente.

De acordo com Alessandra Sleiman, especialista em redes sociais da Mesa de Marketing, utilizando corretamente o Facebook, é possível aproveitar o poder e os recursos das redes sociais para criar novas oportunidades e impulsionar as vendas. “Podemos considerar esta era das redes sociais como uma revolução no marketing. Pois empresas de pequeno e médio porte com pouca verba para marketing, deixam de serem espectadores passivos e podem fazer parte de ações na rede sem custo nenhum, ou com pouco custo, permitindo-lhes participar de ações eficazes construindo uma popularidade impressionante e criando novas oportunidades para a empresa atingir seu publico alvo”, diz.

Confira algumas dicas fornecidas pela especialista de como criar algumas estratégias chaves valiosas para ajudar você a aproveitar o máximo da comunicação e do marketing dentro do potencial disponível na rede social:

- Fique atento no momento de criar a sua identidade no Facebook: Certifique-se de colocar o seu logo na foto de identificação e escolher uma imagem de capa para a página que remeta ao seu negócio. Lembre-se que para essa imagem há algumas regras. É proibido utilizar na foto de capa promoções de descontos por exemplo.

- Forneça o máximo de informações possível na hora de preencher as informações de seu negócio: Preencha todos os campos com atenção, endereço, horário, website, etc… Eles podem ser facilmente encontrados pelo Google. E frequentemente o Google pode encontrar primeiramente seu Facebook do que seu website.

- Envolva seus seguidores, mostre que há um ser humano ali, humanizando a marca, interagindo e conversando. Poste Dicas e novidades para construir um relacionamento social de interações e engajamento, intercalando posts com seus produtos e promoções e conteúdos de qualidade. Compartilhe outras notícias. Poste imagens e vídeos. Não esqueça que conteúdos interessantes e/ou divertido são compartilhados mais facilmente.

- Sempre responda seus seguidores. Os incentive a participar de conversas, a trazer novos conteúdos. Os melhores defensores são clientes satisfeitos, incentive-os a participar da rede.

- Seja criativo. Lembre-se que uma dose moderada de humor pode aumentar suas chances de engajamento na sua página do Facebook. As empresas que criam conteúdo descontraído são capazes de estender o alcance das postagens de forma significativa e construírem assim novas conexões e clientes potenciais.

Facebook Developer World Hack 2012 passa por São Paulo este mês

Evento de desenvolvedores da empresa será realizado no fim de agosto e irá premiar desenvolvedor com viagem à São Francisco

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Desenvolvedores interessados em criação de aplicativos sociais ainda podem se inscrever no Facebook Developer World Hack 2012 , evento mundial que reúne especlistas em apps para a plataforma de todo o mundo e que passará por São Paulo no fim de agosto.

Conforme informações divulgadas pela rede social, o evento é aberto para qualquer desenvolvedor que possua um aplicativo e deseja inseri-lo no Facebook, para quem deseja conversar com engenheiros do Facebook ou exibir ideias de apps que deseja criar e discutir os assuntos que serão colocados em pauta no encontro. Entre os temas que serão abordados estão Open Graph, SDK móvel e APIs do Facebook.

O Facebook afirmou também que o melhor app desenvolvido durante a edição do World Hack em São Paulo  concorre a uma viagem à São Francisco, na Califórnia, para disputar a final do concurso. Contudo, a empresa disse que também irá distribuir prêmios para os apps com melhor integração com a rede social de Mark Zuckerberg.

O Facebook Developer World Hack 2012 acontece em 31/8 em São Paulo e será realizado das 9:00 às 21:00, entretanto o local ainda não foi definido. As inscrições confirmadas custam 51 reais e podem ser feitas no site do evento no Brasil, por meio de um aplicativo do próprio Facebook. As vagas são limitadas, mas os usuários podem se inscrever até o limite de participantes ser atingido . Para informações mais detalhadas sobre o evento, há uma página do Facebook Developer World HACK 2012 (em inglês).

Ações do Facebook caem mais de 4% e atingem nova mínima

SAN FRANCISCO, Estados Unidos (Reuters) – As ações do Facebook despencaram mais de 4 por cento nesta sexta-feira, para uma nova mínima, um dia após investidores anteriores à oferta pública inicial de ações da rede social receberem luz verde para vender seus papéis pela primeira vez.

Mais de 270 milhões de ações detidas por investidores anteriores ao IPO tornaram-se disponíveis para negociações na quinta-feira, após o fim da restrição à venda destes papéis por 3 meses. O volume representa mais da metade das 421 milhões de ações vendidas por ocasião do IPO do site em 18 de maio.

A ação do Facebook atingiu uma mínima de 19,01 dólares nesta sexta-feira, queda de 50 por cento sobre o preço inicial de 38 dólares definido no IPO. Às 14h39, as ações da empresa tinham queda de 3,5 por cento, a 19,18 dólares.

Cerca de 62 milhões de ações do Facebook foram negociadas nas primeiras duas horas de abertura do pregão desta sexta-feira.

Mais de 1,4 bilhão de ações adicionais mantidas por outros investidores pré-IPO e funcionários do Facebook vão se tornar disponíveis para negociações até o fim do ano, adicionado mais pressão sobre o valor da empresa.

O Facebook, maior rede social do mundo, tornou-se a única companhia dos Estados Unidos a estrear em bolsa de valores com um valor de mercado de mais de 100 bilhões de dólares.

Mas desde então, os investidores têm se mostrado desiludidos com a falta de um plano do Facebook para reverter uma desaceleração no crescimento de suas receitas.

Ações do Facebook: rede social é sinônimo de lucratividade nos negócios?

Facebook passa pelo pior momento de sua história: suas ações na Bolsa desvalorizaram cerca de 50% em apenas 3 meses

A rede social criada por Mark Zuckerberg foi destaque no noticiário econômico do último dia 16 (quinta-feira) por suas ações na Bolsa de Nova York terem despencado 6,3%, registrando menor nível desde a oferta pública inicial, conhecida como IPO, ocorrida em maio deste ano.
A brusca queda fez com que as ações do Facebook perdessem cerca de 50% de seu valor na Bolsa, cotadas em US$ 19,87 cada. Quando elas estrearam há cerca de três meses, o mesmo papel valia US$ 38, fato que fez com que a empresa perdesse mais de US$ 40 bilhões em valor de mercado nesse curto período de tempo.

As razões de tamanha desvalorização giram em torno da preocupação por parte dos investidores em relação ao lento crescimento da receita gerada pela companhia e também pela baixa confiança na capacidade do site fazer dinheiro por meio de propagandas em aparelhos portáteis.

Além disso, outro fator apontado por especialistas seria a possibilidade que os principais acionistas têm agora de vender parte de seus papéis, já que durante três meses, como forma de garantia, eles são obrigados a ficarem com as ações que compraram na oferta pública inicial.

Outra parte dos papéis está prevista para negociação entre outubro e novembro. E enquanto isso não acontece, Zuckerberg não poderá vender suas ações.

Diante desta situação, considerada como o pior momento do Facebook, é impossível não fazer o seguinte questionamento: “Rede social é mesmo sinônimo de lucratividade nos negócios?”.

A desconfiança dos investidores acerca da possibilidade do site de produzir dinheiro através de propagandas é um reflexo de como o mercado está encarando o “poder das redes sociais”.

De fato, os números impressionam: são atuais 955 milhões de usuários, o que faz do Facebook hoje a maior rede social do planeta. Só no ano passado, foi registrado um crescimento de quase 300%* só no Brasil.

Agora fica o desafio de mostrar que além de ter caído no gosto do mundo, isso pode significar também lucro no mercado de ações.

* fonte: http://olhardigital.uol.com.br/jovem/redes_sociais/noticias/em-2011,-facebook-teve-crescimento-de-298-no-brasil (acessado em 17/08/12)

(texto baseado na matéria publicada no site UOL Economia, acessado em 17/08/12: http://economia.uol.com.br/cotacoes/ultimas-noticias/2012/08/16/acoes-caem-50-e-valor-do-facebook-recua-us-40-bi-em-tres-meses.jhtm)

Zuckerberg: é doloroso assistir a queda nas ações do Facebook

Facebook, de Mark Zuckerberg, sofre com quedas desde a estreia no mercado de ações. Foto: Getty ImagesFacebook, de Mark Zuckerberg, sofre com quedas desde a estreia no mercado de ações
Foto: Getty Images

O CEO do Facebook Mark Zuckerberg admitiu a alguns de seus funcionários, pela primeira vez, que as sucessivas baixas nas ações da rede social podem prejudicar os negócios. A declaração foi dada em uma reunião na sede da empresa, em um esforço para “levantar a moral” dos trabalhadores, segundo o The Wall Street Journal.

“O desempenho das ações tem sido doloroso de assistir”, disse Zuckerberg aos trabalhadores. Ele falou sobre como não gosta de começar cada reunião falando sobre o preço das ações, tendo em vista a volatilidade do mercado, porém disse entender a expectativa daqueles que esperavam um valor mais elevado.

Zuckerberg também falou sobre o futuro da empresa, e disse que “a imprensa não sabe sobre nossos planos e, se soubessem, acreditariam na habilidade do Facebook de superar sua má avaliação no mercado”. O CEO da companhia afirmou que investimentos feitos nos últimos seis meses a um ano gerariam resultados em breve.

Ser bonito é mais importante que ser inteligente no Facebook

Ser inteligente não importa tanto quanto ser bonito no Facebook, aponta pesquisa com brintânicos. Foto: Flickr/Lauren Brown/DivulgaçãoSer inteligente não importa tanto quanto ser bonito no Facebook, aponta pesquisa com brintânicos
Foto: Flickr/Lauren Brown/Divulgação

Para usuários do Facebook no Reino Unido, sair bem na foto é mais importante do que parecer inteligente, diz pesquisa conduzida pela Intel na Europa, informa o site Daily Mail.

De acordo com o estudo da empresa, 56% dos entrevistados britânicos admitiram que se preocupam mais com a sua aparência física do que com sua desenvoltura intelectual no site de relacionamentos. O perfil, aponta o estudo, contraria outros países europeus.

A preocupação com a aparência leva 46% das mulheres e 20% dos homens entrevistados a publicar apenas fotos que os “favorecem” no site de relacionamento, mesmo que eventualmente elas não reflitam a realidade, diz o relatório. O britânico também mente para parecer mais inteligente, porém se esforça menos para impressionar do que nas fotografias, com 19% de informações falsas nos perfis das mulheres contra 12% dos homens.

“Novas tecnologias tendem a aumentar as contradições no nosso comportamento. Nós queremos tanto criar uma boa impressão nos nossos amigos quanto reclamar do excesso de informações (fúteis) nas redes. E leva tempo para equilibrar as coisas”, opina a diretora de Pesquisa de Interação e Experiência da Intel, Genevieve Bell.

De acordo com a pesquisa, 59% dos homens e 56% das mulheres mentem no perfil para impressionar outros. Encontrar uma amizade ou um romance leva 40% dos homens e 51% das mulheres a apelarem para inverdades..

O estudo também indica que 89% dos usuários acreditam que os pais deveriam ensinar os filhos a etiqueta online, enquanto 45% das mulheres, e 34% dos homens admitirem que mentem no Facebook para encobrir suas inseguranças.

Alemanha pressiona Facebook por reconhecimento facial

Johannes Caspar, diretor do gabinete de defesa dos dados da cidade, “comemorou” o acordo assinado entre o Facebook e as autoridades irlandesas

©AFP/Arquivo / Joël Saget

Sombras em frente ao logo da rede social Facebook

Sombras em frente ao logo da rede social Facebook: Johannes Caspar “comemorou” o acordo assinado entre o Facebook e as autoridades irlandesas

Berlim – A justiça da cidade alemã de Hamburgo (norte) decidiu retomar um procedimento administrativo aberto contra a rede social americana Facebook por sua técnica de reconhecimento de rostos.

Johannes Caspar, diretor do gabinete de defesa dos dados da cidade, “comemorou” o acordo assinado entre o Facebook e as autoridades irlandesas, no qual a popular rede social “se compromete no momento a não aplicar o reconhecimento facial nos novos inscritos” na rede.

Mas o grupo “rejeitou qualquer obrigação adicional. Isto significa que a base de dados biométricos (com os rostos das pessoas já inscritas no Facebook) continua sendo ilegal”, segundo o direito europeu, indicou o escritório de Caspar em um comunicado.

“O risco de utilização fraudulenta que emana de uma base de dados com milhares de rostos é imenso”, observa o defensor das liberdades neste comunicado.

Portanto, retoma o procedimento administrativo aberto contra o Facebook há mais de um ano e que foi suspenso em junho à espera do fim das negociações com a Irlanda.

Caspar, que “lamenta que o Facebook deixe o tempo passar em vez de buscar uma decisão amistosa”, exige “como mínimo” que a rede peça a todos os seus inscritos que lhe deem autorização para conservar seus dados. Na falta disto, considera que o Facebook deve apagar sua base de dados.

Não é o primeiro enfrentamento da Alemanha com um gigante da Internet pelo uso dos dados pessoais, um debate muito sensível em um país marcado pela experiência recente de duas ditaduras.

O grupo Google foi, por exemplo, forçado a revisar no caso da Alemanha as condições de publicação das fotografias de ruas e dos edifícios de seu serviço “Google Streetview” e de tampar muitas fachadas a pedido dos vizinhos.

Ação do Facebook desaba 7% com fim de período de retenção

 Maior rede social do mundo com 955 milhões de usuários, tem visto queda em suas ações desde a estreia na Bolsa. Foto: Getty Images

Maior rede social do mundo com 955 milhões de usuários, tem visto queda em suas ações desde a estreia na Bolsa
Foto: Getty Images

As ações do Facebook despencaram mais de 7% nesta quinta-feira, para o menor nível desde o IPO da rede social, eliminando mais de US$ 4 bilhões em valor de mercado da empresa depois que o primeiro de vários períodos de retenção de venda dos papéis por detentores que têm relação com a companhia chegou ao fim.

A queda desta quinta-feira elevou a perda total do Facebook desde a estreia do site na bolsa em Maio para pouco menos de 50%, ou US$ 40 bilhões. A ação estreou a US$ 38 e exibia cotação de US$ 19,95 às 12h46 (horário de Brasília).

Mais de 270 milhões de ações foram destravadas, mais da metade dos 421 milhões de papéis vendidos na oferta pública inicial (IPO) de maio.

“Se (o valor de) sua carteira está sendo cortado pela metade, você vai ficar parado e arriscar o resto?”, disse Frank Davis, diretor na LEK Securities, em Nova York.

O Facebook, maior rede social do mundo com 955 milhões de usuários, tem visto queda em suas ações desde a estreia que havia definido valor de mais de US$ 100 bilhões para a empresa.

Preocupações sobre o lento crescimento de receita da companhia e sobre sua capacidade de produzir dinheiro com propaganda em aparelhos portáteis como celulares têm pressionado as ações.

Analistas afirmaram que não ficou claro se o movimento de baixa desta quinta-feira está relacionado ao destravamento das ações ou se os acionistas estão vendendo diante das preocupações sobre o impacto potencial das vendas promovidas pelos detentores dos papéis que até agora estavam impedidos de realizar lucro com eles.

Outras 243 milhões de ações serão liberadas para negociação entre meados de outubro e novembro. Em 14 de novembro mais de 1,2 bilhão de papéis da empresa estarão disponíveis para operação. Até lá, o presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, não poderá vender suas ações.

Moradores de rua se sentem aceitos em redes sociais, diz estudo

  1. Pesquisa mostra que alguns moradores de rua veem as redes sociais como um lugar onde podem interagir com outras pessoas sem ser julgados. Foto: Flickr/radiatorcat/Reprodução

Pesquisa mostra que alguns moradores de rua veem as redes sociais como um lugar onde podem interagir com outras pessoas sem ser julgados
Foto: Flickr/radiatorcat/Reprodução

Uma pesquisa da Universidade de Dayton, nos Estados Unidos, revela que moradores de rua que usam redes sociais encontram nelas condições mais igualitárias e um contexto de maior aceitação. O estudo, conduzido pelo sociólogo e criminologista Art Jipson, será apresentando durante o 107º Encontro Anual da American Sociological Association, de 17 e 20 de agosto na cidade de Denver, EUA.

Jipson entrevistou diversos moradores de rua e descobriu que eles usam o Facebook e outros sites de relacionamento não só para criar páginas de ajuda, mas também para consultar questões práticas, como onde conseguir a próxima refeição, encontrar lugares seguros e quentes para dormir, além de pesquisar serviços sociais que os interessem.

“Eu tenho tanto direito a isso (usar o Facebook) quanto qualquer outra pessoa. Só porque eu sou sem-teto não significa que eu não me importe com essas coisas, sabe? Minha família está no Facebook. Meus amigos estão no Facebook. As pessoas que se preocupam comigo estão no Facebook”, disse um dos entrevistados.

O sociólogo também percebeu que alguns moradores de rua veem as redes sociais como uma espécie de refúgio, um lugar onde podem interagir com outras pessoas sem serem julgados. “Ninguém na internet se importa se eu tomei banho ontem, ou se tenho algum cheiro. Eles não me julgam, sabe?… Eu me sinto aceito. Eu sou aceito”, declarou outro entrevistado.

“Para os usuários sem-teto de redes sociais – uma população em crescimento – o maior valor é a comunidade online em si, que é muito igualitária”, constatou Jipson, acrescentando que, apesar de todos os objetivos comerciais inclusos nos sites de relacionamento, ainda assim há espaço para que usuários sem nenhum apelo mercadológico possam desfrutar dos mesmos benefícios destes serviços.

Segundo o sociólogo, a inspiração para o estudo veio por acaso, enquanto ele apresentava um programa de rádio que mantém na universidade. Ao pedir o nome e a localização de um ouvinte que havia ligado para o programa, descobriu que ele era um morador de rua, mas tinha um telefone celular.

O pesquisador marcou um encontro com o ouvinte, que o levou a ter contato com um grupo de moradores de rua. Jipson então descobriu que a maioria deles usava o Facebook, e que cada um tinha em média 100 contatos adicionados na rede social.

Facebook perde quase metade do valor em 3 meses de Bolsa

NOVA YORK — As ações do Facebook sofreram nesta quinta-feira uma nova queda na Bolsa de Nova York, recuando a 19,87 dólares, quase a metade de seu valor de lançamento, há três meses.

Os papéis do Facebook operaram em forte baixa desde a abertura de Wall Street, após a liberação de 271 milhões de novas ações para comercialização, depois de um período de bloqueio (‘lock-up’) ligado à estreia na Bolsa.

Os títulos perderam 6,27% nesta quinta-feira, com um volume de intercâmbio três vezes superior à média, superando 150 milhões de operações.

A ação do Facebook chegou a atingir 19,69 dólares durante o pregão desta quinta, contra os 38 dólares de valor de lançamento.

Desde sua estreia na Bolsa, no dia 18 de maio, o valor da empresa caiu de 104 bilhões de dólares para 42,5 bilhões de dólares.

A maior rede social do mundo, com 955 milhões de membros, entrou na Bolsa com uma oferta de 421 milhões de ações, a 38 dólares o papel, o que lhe permitiu arrecadar 16 bilhões de dólares.

“Há muitas ações em circulação para que o mercado possa absorvê-las”, disse Michael Pachter, da Wedbush Securities, que prevê uma queda ainda maior.

“Se os títulos se comportarem como hoje, imaginem só o que ocorrerá em novembro”, advertiu o especialista, em referência às 1,2 bilhão de ações que serão lançadas naquele mês.

Para o especialista Lou Kerner, “o grande problema dos investidores é entender como o Facebook vai conseguir passar sua base de usuários do computador para os smartphones”.

Segundo Kerner, o grupo vai precisar de dois anos para ter suas ações cotadas a 38 dólares novamente.

Trip Chowdhry, da Global Equities Research, acredita que os papéis do Facebook vão operar na faixa de 10 a 13 dólares devido aos problemas da empresa para faturar com seus usuários.

No segundo trimestre, a empresa registrou uma perda de 157 milhões de dólares, contra lucro de 159 milhões de dólares no mesmo período de 2011.